Qua, 20 de Setembro de 2017
Notícias


Cloud Uma viagem de ida… e volta?
Seg, 24 de Julho de 2017 13:10    PDF Imprimir E-mail
De acordo com o relatório, 95% dos profissionais brasileiros afirmaram ter migrado parte da infraestrutura para a nuvem nos últimos 12 meses. Apesar dessa corrida para a nuvem, 30% desses mesmos entrevistados disseram que também já moveram cargas de trabalho da nuvem para o local no último ano, seja devido a problemas de segurança/conformidade, seja por preocupações com o desempenho.

Isso nos leva à pergunta: por que esses aplicativos foram migrados antes? A maioria das organizações já implementaram uma estratégia de virtualização de alguma forma, o que torna o lift-and-shift para a nuvem bem mais viável. No entanto, é bem mais provável que esses aplicativos e outras infraestruturas de sistemas tenham entrado na onda de migração para a nuvem. Aquela frustração de dimensionar com restrições de custos, recursos e gerenciamento não se aplica mais ao mudar para uma plataforma mais elástica como a nuvem; para muitos, esse é um fator tentador demais para ser ignorado.

Ainda assim, mesmo apresentando benefícios impressionantes, nem toda carga de trabalho é uma boa candidata para a nuvem. Essa tendência ilustra que o desempenho pré-teste e da carga de trabalho e as considerações de segurança anteriores à migração (que são fundamentais para qualquer estratégia de migração) vêm logo depois da velocidade da implantação. Para melhorar o trabalho com a liderança dos negócios e não perceber tarde demais que uma carga de trabalho funciona melhor na nuvem, tente participar mais cedo (e com mais frequência) das conversas sobre a nuvem.

Para começar, sua organização deve estar preparada para testar qualquer carga de trabalho, aplicativo ou infraestrutura antes de fazer a migração, a fim de medir precisamente como ela trabalhará na nuvem e que suporte será necessário do provedor de serviços da nuvem (CSP). É necessário implementar uma ferramenta de monitoramento abrangente que forneça visibilidade não só nos seus sistemas locais mas também na nuvem, a fim de ajudar a estabelecer as métricas de desempenho de linha de base que tornam mais fácil identificar se uma carga de trabalho deve ficar no local ou na nuvem.


Sem visibilidade ou controle, sem serviço 
Para ser realmente bem-sucedido como profissional de TI, é necessário ter responsabilidade e autoridade. O primeiro fator é parte natural do seu trabalho; mas na era da TI híbrida, ele se tornou uma meta constante. Na verdade, mais da metade dos profissionais de TI afirmou que a falta de controle sobre o desempenho de cargas de trabalho baseadas na nuvem foi um grande desafio e ainda representa um obstáculo considerável à migração.

Quando você pensa em controle e autoridade sobre as cargas de trabalho, o cenário mais familiar é quando uma carga de trabalho na nuvem começa a sofrer degradação de desempenho, e apesar de os seus sistemas e alertas indicarem que tudo é um mar de rosas, o provedor da nuvem insiste que o problema também não é decorrente dos serviços dele. De quem é a culpa, e como você pode comprovar as suspeitas de que o culpado é o CSP?

Ter visibilidade é quase tão bom quanto ter autoridade. Se você for capaz de ver o problema em questão e comunicá-lo ao provedor com os mínimos detalhes, será um caminho muito mais rápido para a resolução que, por sua vez, aliviará um pouco do stress associado à migração da carga de trabalho para a nuvem. Sendo assim, "confie, mas verifique" deve ser o lema do profissional de TI para o ano à frente, à medida que as organizações trabalham para identificar como manter melhor um elemento de controle e visibilidade de cargas de trabalho e aplicativos hospedados na nuvem. Será fundamental aproveitar o monitoramento abrangente da TI híbrida, além do que é normalmente oferecido pelos provedores de serviço de nuvem, a fim de garantir que você tenha dados e visibilidade suficientes para entender verdadeiramente o desempenho das cargas de trabalho na nuvem e os motivos desse desempenho.

Você também deve trabalhar com a liderança da empresa para criar o caso de várias regiões ou várias nuvens com o intuito de evitar um longo tempo de inatividade na nuvem devido a um único ponto de falha. Essa foi a primeira lição que aprendemos com provedores de serviço da Internet e nossos fornecedores de datacenter fora do local antes da chegada da nuvem. É melhor prevenir do que remediar, então garanta uma estratégia de gerenciamento e monitoramento capaz de proteger seus dados e oferecer uma experiência sólida de usuário final.

Nunca é tarde para aprender 
Um dos principais desafios que enfrentamos hoje é ficar em dia com as novas tecnologias: como elas funcionam e interagem com outros sistemas e, o mais importante, como gerenciar tudo. A complexidade continua sendo uma barreira para a adoção na nuvem e um grande desafio para aqueles que já fizeram a migração. De acordo com o relatório de 2017, muitos administradores reconheceram que os novos profissionais de TI não têm as habilidades necessárias para o trabalho.

Mas isso não significa que essas habilidades não possam ser ensinadas, aprendidas e implementadas para preparar você para os ambientes de TI híbrida e supervisionar a migração de sistemas na nuvem. Relembre como foi a sua capacitação quando você deu os primeiros passos como profissional de TI: tentando criar uma instância de algo e vendo como ela se desenvolvia, para depois desmontar e fazer tudo de novo. Afinal, quando estávamos no início de uma carreira promissora de TI, a prática levava (e ainda leva) à perfeição. Você também deve buscar oportunidades para usar os novos recursos incluídos nas ferramentas de fornecedor que você já tem (como funções automatizadas) ou experimentar algo como migrar um servidor de testes local para a nuvem a fim de entender melhor como funcionam as técnicas de lift-and-shift.

O nível de abstração de tecnologia não vai diminuir tão cedo. É importante que as empresas e você, como profissional de TI, descubram pontos de falhas o mais rápido possível. Isso envolve testar e implementar novas soluções constantemente, visto que, no ambiente sob demanda de hoje, espera-se disponibilidade, durabilidade e tempo de resposta aceitável do ponto de vista do usuário final, não importa onde um serviço de aplicativos esteja hospedado ou de onde ele seja fornecido. Isso exige um entendimento abrangente da tecnologia que você deve gerenciar e migrar. Trabalhe uma etapa de cada vez e explore o máximo possível de alternativas de tecnologia (contêineres, microsserviços, computação sem servidor) para obter habilidades úteis que permitirão uma estratégia de nuvem mais proativa e eficiente.

Conclusão 
Estamos em uma nova era do trabalho, na medida em que organizações de todos os portes estão implementando a computação em nuvem para atender melhor às demandas de uma força de trabalho adaptada aos tempos modernos. Olhando para o ano de transformação de TI que temos pela frente, o nível de abstração de tecnologia promete aumentar a migração de sistemas e a complexidade da TI híbrida, exigindo que você e sua empresa estejam preparados para as mudanças nos requisitos de gerenciamento e monitoramento. As tendências de migração de sistemas na nuvem que mencionamos acima não só ajudam a retratar uma organização moderna de TI híbrida para nós, os profissionais que as gerenciam, como também oferecem considerações fundamentais que podem ser avaliadas e usadas pela sua empresa ao criar a estratégia de nuvem.
 
Fonte: cio.com.br 
 
Cinco variáveis para o sucesso na adoção da Inteligência Artificial
Seg, 24 de Julho de 2017 12:55    PDF Imprimir E-mail


Para explorar todo o potencial da tecnologia é preciso aglutinar talentos, densidade, cultura, capital e ambiente regulatório

A "The Economist" publicou artigo muito interessante, que mostra o quanto a Inteligência Artificial (IA) está se tornando estratégica para países e empresas. O artigo se concentra na disputa entre EUA e China, “China may match or beat America in AI”, e nele podemos sentir quão estratégico a IA está se tornando. Por exemplo, um estudo da PwC mostrou que, em 2030, a IA acelerará o PIB global em cerca de 16 trilhões de dólares. O estudo aponta que, inicialmente, os EUA obterão ganhos de produtividade mais rapidamente do que a China, impulsionado pela sua prontidão para a IA e o alto percentual de empregos susceptíveis de substituição por tecnologias mais produtivas. Mas, a China poderá ultrapassar os EUA em dez anos. Europa e a Ásia desenvolvida, como Coréia do Sul, também obterão ganhos econômicos significativos da IA. Por outro lado, os países em desenvolvimento conseguirão aumentos bem mais modestos devido às taxas mais baixas de adoção das tecnologias de IA. O que é altamente preocupante.

Nenhum setor de indústria ou empresa estará imune ao impacto da IA. As empresas que não conseguirem aplicar adequadamente a IA, perderão competitividade e participação de mercado, inevitavelmente. A consultoria McKinsey estudou o assunto e publicou um artigo _ “How artificial intelligence can deliver real value to companies” _ que mostra o crescente gap de competitividade entre as empresas que adotam IA com maior velocidade e as mais lentas ou que ainda não despertaram para a importância estratégica da IA, que estão ficando para trás.

É curioso ver que algoritmos inteligentes já estão inseridos nas nossas atividades diárias sem que a gente perceba. Quando vemos um filme no Netflix ou encomendamos um livro na Amazon, por trás dessa escolha há a influência de algoritmos de recomendação. A sugestão de caminho proposto pelo Waze ou a precificação de uma corrida pelo Uber também são baseados em algoritmos. A sprovação ou negação de créditos são baseados em algoritmos. Preços dinâmicos para passagens aéreas são estipulados por algoritmos. A onipresente busca que fazemos no motor de busca do Google é um sistema de IA. Mais da metade das ações em bolsa transacionadas nos EUA já são comandadas por algoritmos. Competições de busca por melhores algoritmos acontecem frequentemente em sites como Kaggle.

As empresas que querem se manter competitivas no século 21 não podem ignorar o tsunami da IA, que já está chegando. Aqui no Brasil, a maioria das empesas ainda mal começou a colocar algoritmos e IA em seus serviços e produtos. Na verdade, IA ainda parece ser um sonho distante para os executivos das empresas brasileiras. Mas elas precisam, obrigatoriamente, entregar experiências melhores aos seus clientes e tomar decisões mais acertadas. Para isso, algoritmos são a base essencial. Sem algoritmos você não consegue antecipar as necessidades dos seus clientes e nem fazer recomendações adequadas, que melhorem sua experiência.

Algoritmos de Machine Learning podem analisar bilhões de sinais e identificar probabilidades de determinado cliente, comprar um produto específico ou direcionar qual atendente do call center será mais adequado para atender a uma específica demanda. Mesmo as lojas físicas, que respondem por mais de 90% das compras no Brasil, podem usar IA através de chatbots, para interagir com seus clientes à medida que eles caminham pelos corredores. Analisando seu histórico como clientes, preferências e outras informações, podem recomendar produtos nas gôndolas. Em resumo, a experiência que percebo na Amazon não tem similaridade com as que percebo na maioria dos sites de varejo brasileiros. Os apps que usamos na maioria das empresas brasileiras, de qualquer setor, seja de bancos, seguradoras ou varejistas, não proporcionam experiência personalizada. São, em sua maioria, interfaces desktops adaptados para as telas dos smartphones, com mudanças cosméticas.

O grande desafio para as empresas é como preparar e garantir talentos, tecnologia e o acesso aos dados para aproveitar ao máximo a oportunidade da IA. O artigo da "The Economist" mostra claramente quão importante é preparar talentos. A China, por exemplo, tem uma educação com forte ênfase em matemática e todas as suas principais universidades já têm, ou estarão lançando programas de educação em IA muito em breve. Estima-se que a China já tenha hoje 2/5 dos cientistas de IA do mundo.


Cinco variáveis para o sucesso 
A IA tem alto potencial de inovação. O artigo “Why artificial intelligence is different from previous technology waves” mostra claramente isso. Entretanto, para que consigamos explorar esse potencial, precisamos aglutinar cinco variáveis essenciais: talentos, densidade, cultura, capital e ambiente regulatório.

Talentos significa que precisamos enfatizar a educação em matemática e ciência da computação, com forte dedicação às tecnologias de IA, como reconhecimento de linguagem natural, Machine Learnng e Deep Learning.

Densidade exemplifica que talentos dispersos perdem oportunidade de trocar ideias e experiências, bem como de alavancarem esforços em conjunto. É importante estarem juntos, em ambiente de alta densidade. A criação de aceleradoras com espaço de coworking dedicadas a soluções de negócio em IA é um forte impulsionador.

Cultura significa adoção pela sociedade da mentalidade de correr riscos, típicas do empreendedorismo. No Brasil temos escassez de talentos em IA e a imensa maioria das nossas universidades ainda não despertou para a importância do assunto, mantendo ainda uma programação bem esparsa e superficial. Também encontramos dificuldades na nossa cultura que ainda enfatiza muito a aversão à riscos. Entretanto, já vemos alguns sinais positivos por parte de uma geração mais empreendedora que está surgindo.

Fundamental também é o acesso a capital. Entre 2012 e 2016 as empresas chinesas de IA conseguiram mais de US$ 2,6 bilhões, ainda bem menos que os US$ 17,9 recebidas de aporte das americanas. Mas o gap está diminuindo rapidamente. Aqui estamos muitíssimo longe disso!

E, ambiente regulatório implica em um cenário de facilitação para pesquisa e criação de empresas, com pouca burocracia. Novamente, estamos muito mal na foto! Recomendo a leitura do estudo “Fostering a Startup Innovation Ecosystem” para um maior detalhamento dessas variáveis.

Os avanços na Inteligência Artificial e na robótica estão impulsionando uma nova era automatização inteligente, que será um importante motor de desempenho empresarial nos próximos anos. Afetará empresas, empregos, sociedade e a economia. Vai obrigar a revisão da atual formação educacional, e demandará fortes ações por parte de governos e das empresas.

É essencial que corporações de todos os setores de negócio compreendam seu impacto potencial, para não ficarem para trás. Esse é o mundo que já começamos a trilhar, sem volta. Os sinais de mudança já aparecem aqui e ali, e muitas empresas não estão prestando a devida atenção.

Estamos, sem sombra de dúvida, em uma sociedade cada vez mais hiperconectada e digital. O mundo digital, a computação e os algoritmos de IA estarão tão inseridos no nosso dia a dia que talvez nem tenha mais sentido, no futuro, falar em indústria de TI, pois todas as empresas de alguma forma serão de tecnologia. O que é um Uber, Airbnb, Facebook, Alibaba, Amazon? Empresas de tecnologia que sabem fazer muito bem transporte, hospedagem e varejo!

A IA não é coisa de nerd ou de cientistas, mas deve estar nas reuniões do CEO e do board das organizações. Questão de sobrevivência no século 21.

(*) Cezar Taurion é head de Digital Transformation da Kick Ventures e autor de nove livros sobre Transformação Digital, Inovação, Open Source, Cloud Computing e Big Data
 
Fonte: cio.com.br 
 
IA poderá adicionar US$ 432 bilhões à economia brasileira em cerca de 20 anos
Seg, 24 de Julho de 2017 12:48    PDF Imprimir E-mail
A inteligência artificial (IA) deve adicionar US$ 432 bilhões à economia brasileira em 2035, o que, se confirmado, representará uma elevação de 0,9 ponto percentual em relação ao cenário da linha de base do valor agregado bruto (VAB), que mede valor bruto da produção da economia. Deste montante, US$ 192 bilhões virão do aumento da capacidade da mão de obra e investimento de capital, US$ 166 bilhões da automação inteligente e os US$ 74 bilhões restantes, da difusão da inovação.

Os dados são de um relatório da Accenture Research, o qual aponta que a IA tem potencial para adicionar até 1 ponto percentual nas taxas de crescimento econômico anual das principais economias da América do Sul, em 2035, além de transformar o mercado de trabalho e criar uma nova relação entre homem e máquina.

Intitulado “Como a Inteligência Artificial pode acelerar o crescimento da América do Sul”, o estudo destaca o setor público do Brasil, que, apesar responder por aproximadamente 35% do valor agregado da economia, seus serviços são um dos objetos de maior descontentamento popular. E é aí que entra IA, já que, segundo a consultoria, ela pode melhorar os serviços públicos nas mais diversas áreas, do transporte público ao controle de doenças.

O relatório enfatiza o fato de os bancos brasileiros, que estão entre os mais inovadores e ávidos por tecnologia do mundo, virem investindo pesadamente em soluções de IA para melhorar o atendimento aos clientes. Não é para menos. Pesquisa recente mostra que 83% dos brasileiros consumidores de serviços financeiros declararam que confiariam em recomendações bancárias totalmente geradas por computador, contra uma média global de 71%.

A indústria de transformação é outro setor grande da economia brasileira, responsável por 12% do valor agregado. O setor tem sofrido nos últimos 25 anos e, segundo o estudo, a IA pode oferecer soluções inestimáveis para reavivar sua produtividade e crescimento. Já existem, no país, startups gerando novas soluções de aprendizagem de máquina para melhorar o desempenho industrial.

O relatório da Accenture destaca, entretanto, que a economia brasileira enfrenta deficiências estruturais persistentes que prejudicam sua capacidade de absorver os benefícios da IA e de outras oportunidades da era digital. Entre estes, a principal é a baixa qualidade do sistema educacional, incluindo uma proporção muito reduzida de jovens adultos na educação terciária e a debilidade de muitas instituições de pesquisa científica. O Brasil se beneficiaria significativamente da construção de ecossistemas de pesquisa mais fortes, tanto nacionais quanto globais, e da promoção de uma mentalidade mais inovadora em toda sua economia. Tudo isso requer atuação sincronizada entre formuladores de políticas e empresas.

Mais Lidas
A pesquisa conclui que, quando tratada pelas empresas como um fator de produção, a IA proporciona aceleração ao crescimento de três maneiras distintas: por meio da automação inteligente (criação de uma força de trabalho virtual), da aceleração das inovações na economia e da intensificação das competências na força de trabalho.

“O estudo se baseia no fato de que, globalmente, há algumas décadas, o modelo tradicional de expansão econômica vem sofrendo um forte declínio. A partir disso, algumas soluções aliadas à IA, como robótica e big data, poderiam ser a solução para o atual cenário em que a produção de capital e a mão de obra já não geram taxas de crescimento consistentes”, analisa Armen Ovanessoff, diretor executivo da Accenture Research para a América Latina.
 
Fonte: http://computerworld.com.br 
 


Saiba como a Itegra pode ajudar a sua empresa

ERP - Gestão Industrial

  • Engenharia de Produtos
  • PCP - Planejamento da Produção
  • Compras
  • Gestão de Estoques
  • Custos Diretos e Indiretos
  • Precificação e Comercialização
  • Faturamento
  • Nota Fiscal Eletrônica
  • Gestão Financeira

BI - Business Intelligence

  • Relatórios
  • Dashboards e Painéis
  • Gestão de Indicadores
  • Análises Dinâmicas OLAP
  • Mapas Temáticos
  • Distribuição de Informações
  • Integração de Dados
  • Projetos de DW

BPM - Processos Eletrônicos

  • Workflow
  • Documentos Eletrônicos
  • Auditoria
  • Fluxos Integrados
  • Desenho e Padronização

Data Mining

  • Descoberta de Padrões
  • Ações de Marketing Assistidas
  • Detecção de Fraudes
  • Alertas de Anomalias de Operação
  • Cenários Preditivos